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Nós Ainda Tá Aqui: 6 Anos de sobrevivência da Revista Menó
Um desabafo sobre manter a Revista Menó viva entre trabalho, sobrevivência, arte e o corre diário de continuar criando.

Pivete
12 de mai.3 min de leitura


Quem vive 6x1 quase nunca vive o 1º de maio
1º de maio é luta por tempo. No Brasil, a 6x1 rouba a vida de quem sustenta a cidade. Reduzir jornada é mais que economia - é direito de existir além do trampo.

Raphael Bidarra
28 de abr.3 min de leitura


Do Loteão Pro Mundo: O funk como memória viva e a retomada do espaço público
Do Loteão pro Mundo é vivência em som: Cauãzin transforma a quebrada em narrativa, ocupando espaço e fazendo do funk memória, resistência e futuro.

Pivete
27 de abr.3 min de leitura


Quando deixamos de discutir os sonhos?
No corre que não deixa dormir, sonhar vira resistência. O cansaço é coletivo - seguir acreditando, mesmo no limite, já é contra-ataque.

Hiasmim Silva
2 de abr.3 min de leitura


O Contra Ataque de Claudjin
Claudjin transforma urgência em som: da Baixada à Zona Norte, faz da própria vivência um contra-ataque — sem pose, só verdade, corpo e rima no limite.

Pivete
1 de abr.4 min de leitura


BXDELAS: A força das mulheres na cultura urbana da Baixada Fluminense
BXDELAS é tomada de espaço: mulheres negras da Baixada saem do bastidor, assumem o corre e transformam cultura em denúncia, rede e futuro.

Pivete
30 de mar.4 min de leitura


Silêncio na Cantareira: meu sobrinho está dormindo.
Critica o neoliberalismo e, pelas trajetórias de sambistas, mostra como a arte e o coletivo resistem ao apagamento e reinventam a memória e a vida.

Pedro Caetano
26 de mar.6 min de leitura


Eu sou o corpo que não se cala
Corpo negro que fala antes da palavra: entre violências, afetos e resistência, o texto afirma subjetividades que insistem em existir e não se calar.

Hiasmim Silva
4 de mar.3 min de leitura


Carnaval: Disputemos as Ruas.
O texto vê o Carnaval como catarse coletiva e território de disputa. Festa feita por trabalhadores e nascida das ruas, mistura tradição e reinvenção, mas sofre cortes, repressões e elitização. Entre blocos, bate-bolas e escolas, a folia revela conflitos políticos e econômicos. A saída é ocupar e disputar o Carnaval, defendendo seu caráter popular, periférico e público frente às tentativas de higienização e controle.

Ὁ Κόραξ
19 de fev.3 min de leitura


Malunguinho mata quem mata o Brasil: o samba-enredo sobre o herói supravivente da Viradouro.
Do chão da mata ao batuque da avenida, Malunguinho volta como chave que abre cativeiro. O texto cruza samba, terreiro e teoria pra denunciar o projeto colonial que tenta docilizar corpos e apagar saberes. Entre Exu, Jurema e quilombos modernos, o corpo vira terreiro de resistência. Encantar é política: lembrar os ancestrais, fechar o corpo e seguir na ginga, driblando o desencanto que insiste em chamar de normal a violência contra a vida preta e periférica no Brasil.

Gustavo Mariano
18 de fev.6 min de leitura


VALEU NATALINA
Texto do 2N que encerra a coletânea de Natal, mostrando como a periferia devora, remixa e ressignifica o imaginário natalino no Brasil.

2N
29 de dez. de 20253 min de leitura


Então é Natal: e eu não preciso perdoar ninguém
Raffa Moreira reinventa o Natal em Bem Vindo Natal, usando o Trap para profanar a fantasia, expor o conflito e afirmar a vivência periférica.

Ryan Augusto
25 de dez. de 20259 min de leitura


Carta para Papai Noel
Primeiro texto da coletânea de Natal. Uma carta que vira denúncia, memória e incômodo. Aqui, criança pobre também sonha alto — e não aceita deboche como caridade.

Louise Maria
22 de dez. de 20253 min de leitura


Melodia & Barulho (2025): Maui e a arte de equilibrar mundos
Maui equilibra melodia e barulho pra contar a vida preta da Baixada – caos, arte e corre virando estética e verdade.

Pivete
10 de dez. de 20258 min de leitura


A MELANINA ENTRE A MÍDIA E O POVO: O CASO DE BLACK ALIEN E ORUAN
O som que nasceu na favela agora ecoa nas telas. Entre Black Alien e Oruam, a mídia e a lei mostram como o racismo ainda rege o espetáculo.

Contracolonizar
3 de nov. de 202515 min de leitura


Baile Fock e o que ele vai trazer daqui por diante
Baile Fock: o som pesado da quebrada tomou o centro do Rio com mosh, funk, metal e resistência underground.

Pedro Santos
16 de out. de 20259 min de leitura


Akira Presidente: do corre à herança, do Fa7her ao Big Fa7her
Pivete trocou ideia com Akira Presidente: BIG FA7HER é luto e festa, herança e resistência. Dá o play nas plataformas e sente a caminhada.

Pivete
18 de set. de 20256 min de leitura


As folhas de Wellerson Cesar
Folhas de Wellerson Cesar costura memórias e afetos em arte, transformando lembranças familiares em permanência poética.

Sara Kali
3 de set. de 20252 min de leitura


Eles Matam Porque Podem
Aqui de baixo não tá tudo bem. A máquina segue moendo gente enquanto lá em cima brindam com sangue e chamam isso de normal.

Pivete
6 de ago. de 20253 min de leitura


É nós contra vocês
Oruam preso, Bolsonaro solto. MC não é bandido. Liberdade Deluxe na pista – enquanto houver rima, vai ter resistência.

Pivete
1 de ago. de 20252 min de leitura
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