



Se liga na visão:
a Revista Menó é o nosso coletivo, idealizado por quem vive o chão da escola, a correria da comunicação e o peso da arte.
Aqui só tem "pensador de rua".
Nossas páginas e links são atravessados por ideias e estilos de quem tá vendo o Brasil de frente nessa terceira década do milênio, sem filtro e com o pé no asfalto.
A "Menó" é um portal de livre acesso porque a nossa vocação é democratizar a informação. A gente quer que o debate político, a ciência e a cultura cheguem na mão de geral, com artigo de opinião e resenha que o povo entenda e se sinta parte.
O papo aqui é reto, pra todo mundo sacar.
Nosso objetivo é fortalecer o pensamento crítico e progressista, construindo uma alternativa real a esses grandes grupos que tentam mandar na opinião pública nacional. A gente é o contra-fluxo, a via de resistência que o cotidiano exige pra construir novos diálogos na esfera pública.
O bagulho é urgente:
a gente quer oferecer referência sociocultural pra essa nova geração que tá vindo aí, criando canais de diálogo que falem a língua do povo.
A Revista Menó é, acima de tudo, um instrumento de luta que compartilha as pautas e interesses das classes populares.
É nós por nós, no presente, pra garantir o futuro.

Papo de visão:
aqui o bagulho é um espaço pra gente botar nossa identidade no topo, garantindo o direito à memória de quem o sistema tentou apagar.
É o suporte de memória pra nossa resistência não só sobreviver, mas prosperar no asfalto.

Desde 2020 registrando
Memórias Marginais




“Menó” é o desvio, o drible que a gente dá em tudo que tenta enquadrar a gente.
Uma revista digital independente e marginal, feita por quem não pede licença pra existir.
É sobre ter a visão de quem veio de baixo e a sagacidade de quem não se deixa apagar.
É sobre ser Menó.
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