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Jéz in CENA: Como o R&B de São João de Meriti Criou um Movimento Coletivo
O primeiro perfil é o de Jéz, um revolucionário da cultura baixadense. Além de ser muito talentoso, com uma voz e uma caneta afiadas, ele movimenta cultura e constrói espaços culturais em uma terra onde isso nunca foi muito valorizado pelo Estado.

Pivete
há 21 horas4 min de leitura


Eu sou o corpo que não se cala
Corpo negro que fala antes da palavra: entre violências, afetos e resistência, o texto afirma subjetividades que insistem em existir e não se calar.

Hiasmim Silva
há 6 dias3 min de leitura


Carnaval: Disputemos as Ruas.
O texto vê o Carnaval como catarse coletiva e território de disputa. Festa feita por trabalhadores e nascida das ruas, mistura tradição e reinvenção, mas sofre cortes, repressões e elitização. Entre blocos, bate-bolas e escolas, a folia revela conflitos políticos e econômicos. A saída é ocupar e disputar o Carnaval, defendendo seu caráter popular, periférico e público frente às tentativas de higienização e controle.
Ὁ Κόραξ
19 de fev.3 min de leitura


Malunguinho mata quem mata o Brasil: o samba-enredo sobre o herói supravivente da Viradouro.
Do chão da mata ao batuque da avenida, Malunguinho volta como chave que abre cativeiro. O texto cruza samba, terreiro e teoria pra denunciar o projeto colonial que tenta docilizar corpos e apagar saberes. Entre Exu, Jurema e quilombos modernos, o corpo vira terreiro de resistência. Encantar é política: lembrar os ancestrais, fechar o corpo e seguir na ginga, driblando o desencanto que insiste em chamar de normal a violência contra a vida preta e periférica no Brasil.

Gustavo Mariano
18 de fev.6 min de leitura


É Hoje o Dia da Alegria: a memória que fez da União da Ilha eterna
O texto revisita a história da União da Ilha mostrando como a escola se tornou gigante mesmo sem o título do Grupo Especial.

Thais Alves
17 de fev.5 min de leitura


Profanar a rua, rir dos valores dominantes: sobre o carnaval e seus detratores
O Carnaval surge como disputa entre moralismo e liberdade: enquanto alguns veem decadência nas ruas, outros transformam a cidade em território de invenção coletiva.

Ryan Augusto
16 de fev.3 min de leitura


Salvar os Mares: Um Dever de Fé e Sobrevivência
Reflexão sobre a crise dos mares a partir de saberes africanos. Idealizado por Hiasmin Silva e Ogan Marcos, do ARÁKORIN, em colaboração com a Menó.

Hiasmim Silva
2 de fev.3 min de leitura


O Novo No Fluxo Do Rap: O Estilo Vagabundo de MV Bill confrontado por Kmila CDD
Estreando sua coluna, Ryan Augusto faz um recorte temporal e associa a fenômenos atuais a cada análise feita.

Ryan Augusto
29 de jan.3 min de leitura


Zabú: A Velha História de um Novo Alguém e a Resistência que Brota da Planície
Entrevista com Zabú sobre o disco A Velha História de um Novo Alguém e o Deluxe, onde rap, interior, memória e pista se cruzam missão e sobrevivência.

Pivete
28 de jan.5 min de leitura


Lessa Gustavo e Muitobomloopar em Sereno da Via Light (2025): Uma Imersão no Rap da Baixada Fluminense
Sereno da Via Light transforma a Baixada em som: rap imersivo, artesanal e sem fórmula, onde território, memória e afeto viram documento vivo do agora!!

Pivete
26 de jan.4 min de leitura


Jéz in CENA: Como o R&B de São João de Meriti Criou um Movimento Coletivo
O primeiro perfil é o de Jéz, um revolucionário da cultura baixadense. Além de ser muito talentoso, com uma voz e uma caneta afiadas, ele movimenta cultura e constrói espaços culturais em uma terra onde isso nunca foi muito valorizado pelo Estado.

Pivete
há 21 horas4 min de leitura


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Corpo negro que fala antes da palavra: entre violências, afetos e resistência, o texto afirma subjetividades que insistem em existir e não se calar.

Hiasmim Silva
há 6 dias3 min de leitura


Carnaval: Disputemos as Ruas.
O texto vê o Carnaval como catarse coletiva e território de disputa. Festa feita por trabalhadores e nascida das ruas, mistura tradição e reinvenção, mas sofre cortes, repressões e elitização. Entre blocos, bate-bolas e escolas, a folia revela conflitos políticos e econômicos. A saída é ocupar e disputar o Carnaval, defendendo seu caráter popular, periférico e público frente às tentativas de higienização e controle.
Ὁ Κόραξ
19 de fev.3 min de leitura


Malunguinho mata quem mata o Brasil: o samba-enredo sobre o herói supravivente da Viradouro.
Do chão da mata ao batuque da avenida, Malunguinho volta como chave que abre cativeiro. O texto cruza samba, terreiro e teoria pra denunciar o projeto colonial que tenta docilizar corpos e apagar saberes. Entre Exu, Jurema e quilombos modernos, o corpo vira terreiro de resistência. Encantar é política: lembrar os ancestrais, fechar o corpo e seguir na ginga, driblando o desencanto que insiste em chamar de normal a violência contra a vida preta e periférica no Brasil.

Gustavo Mariano
18 de fev.6 min de leitura


É Hoje o Dia da Alegria: a memória que fez da União da Ilha eterna
O texto revisita a história da União da Ilha mostrando como a escola se tornou gigante mesmo sem o título do Grupo Especial.

Thais Alves
17 de fev.5 min de leitura


Profanar a rua, rir dos valores dominantes: sobre o carnaval e seus detratores
O Carnaval surge como disputa entre moralismo e liberdade: enquanto alguns veem decadência nas ruas, outros transformam a cidade em território de invenção coletiva.

Ryan Augusto
16 de fev.3 min de leitura
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