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Quando deixamos de discutir os sonhos?
No corre que não deixa dormir, sonhar vira resistência. O cansaço é coletivo - seguir acreditando, mesmo no limite, já é contra-ataque.
Hiasmim Silva
há 19 horas3 min de leitura


O Contra Ataque de Claudjin
Claudjin transforma urgência em som: da Baixada à Zona Norte, faz da própria vivência um contra-ataque — sem pose, só verdade, corpo e rima no limite.
Pivete
há 2 dias4 min de leitura


BXDELAS: A força das mulheres na cultura urbana da Baixada Fluminense
BXDELAS é tomada de espaço: mulheres negras da Baixada saem do bastidor, assumem o corre e transformam cultura em denúncia, rede e futuro.
Pivete
há 4 dias4 min de leitura


Entre Belchior, Racionais e Don L: A experiência de tornar-se Estrangeiro em seu próprio território
Experiência de ser estrangeiro no próprio território, entre migração, raça e periferia, como condição de exclusão e também de resistência cultural.
Ryan Augusto
há 7 dias7 min de leitura


Silêncio na Cantareira: meu sobrinho está dormindo.
Critica o neoliberalismo e, pelas trajetórias de sambistas, mostra como a arte e o coletivo resistem ao apagamento e reinventam a memória e a vida.
Pedro Caetano
26 de mar.6 min de leitura


Rojão em “A Lenda” (2026)
Organizado como uma narrativa em dois atos, o EP percorre a subida marcada pela ambição e pela tensão social até chegar a um segundo momento onde leveza e outras possibilidades de existência ganham espaço.
Pivete
18 de mar.8 min de leitura


Rios Voadores na Galeria Homero Massena: Guilherme Brasil, Valentim Faria e Yasmin Cerqueira fazem chover ancestralidade no presente
Rios Voadores reúne Guilherme Brasil, Valentim Faria e Yasmin Cerqueira em uma mostra sobre ancestralidade, afrofuturismo e memória.
Pivete
14 de mar.4 min de leitura


Jéz in CENA: Como o R&B de São João de Meriti Criou um Movimento Coletivo
O primeiro perfil é o de Jéz, um revolucionário da cultura baixadense. Além de ser muito talentoso, com uma voz e uma caneta afiadas, ele movimenta cultura e constrói espaços culturais em uma terra onde isso nunca foi muito valorizado pelo Estado.
Pivete
9 de mar.4 min de leitura


Eu sou o corpo que não se cala
Corpo negro que fala antes da palavra: entre violências, afetos e resistência, o texto afirma subjetividades que insistem em existir e não se calar.
Hiasmim Silva
4 de mar.3 min de leitura


Carnaval: Disputemos as Ruas.
O texto vê o Carnaval como catarse coletiva e território de disputa. Festa feita por trabalhadores e nascida das ruas, mistura tradição e reinvenção, mas sofre cortes, repressões e elitização. Entre blocos, bate-bolas e escolas, a folia revela conflitos políticos e econômicos. A saída é ocupar e disputar o Carnaval, defendendo seu caráter popular, periférico e público frente às tentativas de higienização e controle.
Ὁ Κόραξ
19 de fev.3 min de leitura


Quando deixamos de discutir os sonhos?
No corre que não deixa dormir, sonhar vira resistência. O cansaço é coletivo - seguir acreditando, mesmo no limite, já é contra-ataque.
Hiasmim Silva
há 19 horas3 min de leitura


O Contra Ataque de Claudjin
Claudjin transforma urgência em som: da Baixada à Zona Norte, faz da própria vivência um contra-ataque — sem pose, só verdade, corpo e rima no limite.
Pivete
há 2 dias4 min de leitura
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