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Carnaval: Disputemos as Ruas.
O texto vê o Carnaval como catarse coletiva e território de disputa. Festa feita por trabalhadores e nascida das ruas, mistura tradição e reinvenção, mas sofre cortes, repressões e elitização. Entre blocos, bate-bolas e escolas, a folia revela conflitos políticos e econômicos. A saída é ocupar e disputar o Carnaval, defendendo seu caráter popular, periférico e público frente às tentativas de higienização e controle.
Ὁ Κόραξ
19 de fev.3 min de leitura


Malunguinho mata quem mata o Brasil: o samba-enredo sobre o herói supravivente da Viradouro.
Do chão da mata ao batuque da avenida, Malunguinho volta como chave que abre cativeiro. O texto cruza samba, terreiro e teoria pra denunciar o projeto colonial que tenta docilizar corpos e apagar saberes. Entre Exu, Jurema e quilombos modernos, o corpo vira terreiro de resistência. Encantar é política: lembrar os ancestrais, fechar o corpo e seguir na ginga, driblando o desencanto que insiste em chamar de normal a violência contra a vida preta e periférica no Brasil.

Gustavo Mariano
18 de fev.6 min de leitura


É Hoje o Dia da Alegria: a memória que fez da União da Ilha eterna
O texto revisita a história da União da Ilha mostrando como a escola se tornou gigante mesmo sem o título do Grupo Especial.

Thais Alves
17 de fev.5 min de leitura


Profanar a rua, rir dos valores dominantes: sobre o carnaval e seus detratores
O Carnaval surge como disputa entre moralismo e liberdade: enquanto alguns veem decadência nas ruas, outros transformam a cidade em território de invenção coletiva.

Ryan Augusto
16 de fev.3 min de leitura


Salvar os Mares: Um Dever de Fé e Sobrevivência
Reflexão sobre a crise dos mares a partir de saberes africanos. Idealizado por Hiasmin Silva e Ogan Marcos, do ARÁKORIN, em colaboração com a Menó.

Hiasmim Silva
2 de fev.3 min de leitura
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