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FUTURIDADE: bichas, travestis e sapatões – reflexões sobre tecnologia, corpo e ancestralidade
Tibira é o fio condutor da nossa insubmissão. Bichas, travestis e sapatões ativam a ancestralidade como tecnologia para hackear o sistema e disputar a futuridade.
Andrey Chagas
27 de mai.7 min de leitura


Malunguinho mata quem mata o Brasil: o samba-enredo sobre o herói supravivente da Viradouro.
Do chão da mata ao batuque da avenida, Malunguinho volta como chave que abre cativeiro. O texto cruza samba, terreiro e teoria pra denunciar o projeto colonial que tenta docilizar corpos e apagar saberes. Entre Exu, Jurema e quilombos modernos, o corpo vira terreiro de resistência. Encantar é política: lembrar os ancestrais, fechar o corpo e seguir na ginga, driblando o desencanto que insiste em chamar de normal a violência contra a vida preta e periférica no Brasil.

Gustavo Mariano
18 de fev.6 min de leitura
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